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Operação da GNR em Viseu termina com dois militares feridos após troca de tiros
Dois militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) sofreram ferimentos ligeiros na sequência de uma troca de disparos, na freguesia de Côta, em Viseu, nesta terça-feira, disse à agência Lusa uma fonte militar. “No decorrer de uma investigação, no âmbito de uma denúncia de ameaças e ofensas à integridade física, e de posse de armas ilegais, e no cumprimento do mandado de busca, houve uma troca de disparos entre os militares e o suspeito”, referiu. A mesma fonte disse ainda à Lusa que os dois militares da GNR “foram considerados feridos ligeiros, com ferimentos nos braços, um no direito e outro
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Ficar preso numa conversa “chata” pode ter um benefício inesperado
Mesmo conversas sobre temas que achamos desinteressantes são mais prazerosas do que podem parecer, com o mero ato de socializar com outra pessoa a contribuir para uma experiência positiva. Um novo estudo internacional publicado no Journal of Personality and Social Psychology desafia a ideia de que conversas sobre temas considerados aborrecidos são, de facto, desagradáveis. A investigação conclui que as pessoas tendem a subestimar consistentemente o prazer que retiram dessas interações. O trabalho foi conduzido por investigadores da University of Michigan, em colaboração com a Cornell University e a INSEAD, e envolveu cerca de 1800 participantes. Ao longo de nove
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Aplicam botox e não estão habilitados. Autoridades lançam campanha de alerta em Portugal
Acumulam-se denúncias sobre locais que não têm profissionais habilitados no setor da estética; há riscos associados a estes procedimentos. As denúncias relativas a locais onde profissionais não habilitados fazem procedimentos estéticos como a aplicação de ‘botox’ ou preenchimentos com ácido hialurónico estão a aumentar, o que levou as autoridades a lançar hoje uma campanha de alerta. A campanha “Não é só estética. É saúde”, que é apresentada na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, pretende alertar os consumidores para os riscos associados a estes procedimentos, muitas vezes encarados como simples e seguros, mas que, se feitos por quem não está
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Mais de cem operacionais combatem incêndio na serra do Caramulo
Mais de uma centena de operacionais combatiam às 8h10 um incêndio em mato e pinhal na serra do Caramulo, no concelho de Tondela, disse à agência Lusa fonte do Comando Sub-Regional de Viseu Dão Lafões. O fogo, cujo alerta foi dado às 6h02, deflagrou na zona de São João do Monte e Mosteirinho Corte, no concelho de Tondela, no distrito de Viseu, e não está a colocar populações em risco, segundo a mesma fonte. “O combate está a ser dificultado pelo vento forte que se faz sentir na zona. O dispositivo vai ser reforçado”, indicou a fonte. Às 8h10, estavam
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25 graus antes das 8h da manhã: o que se passou hoje?
Temperatura pouco comum no Porto e arredores. Mistura de massa de ar quente, vento ou efeito da ilha de calor urbana. A previsão oficial do IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera apontava para uma temperatura mínima de 12 graus no Porto (entretanto actualizada para 13 graus). Esse valor, normalmente, seria sentido perto das 7h da manhã. No entanto, quem saiu de casa a essa hora, ou pouco depois, mal chegou à rua reparou que estavam muito mais do que 12 ou 13 graus. Ar quente, calor. Uma “bafarada”, como alguns dizem. O termómetro no carro indicava 24
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“Ver a decadência dos nossos pais é a fase mais triste da nossa vida. Queremos que eles durem para sempre”
Ana Arrebentinha é convidada de mais um episódio do ‘What’s Up? TV’. Em conversa com Carolina Patrocínio, a humorista fala sobre as suas raízes no Alentejo, a paixão por contar histórias e o legado de um pai que sempre acreditou no poder do riso. Ao longo da entrevista, a comediante recorda a perda do pai, a doença rara da mãe, e o impacto profundo que estas experiências tiveram na sua vida. Revela também que estreou um espetáculo apenas duas semanas após a morte da mãe. Entre memórias de infância, momentos de superação e a certeza de que “o público é
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Cata Vassalo e uma joia de café
Este artigo foi originalmente publicado no 22.º número da revista DDD – D de Delta. É um tesouro escondido, numa zona empresarial bastante cinzenta na Beloura, em Sintra. À chegada nada se adivinha além de mais um escritório sério e aborrecido – mas a porta do ateliê de Cata Vassalo, quase descaracterizada, num segundo andar, dá acesso a um universo de cor, luz e criatividade. É o mesmo ateliê praticamente desde o lançamento da marca Cata Vassalo, em 2015, embora o espaço tenha evoluído a par e passo com o crescimento do negócio ao longo destes 10 anos – trata-se
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Marta Crawford: “‘Nim’ não é consentimento: dizer sim ou não é saudável, mas ceder por pressão ou obrigação é coação”
Nuno Fox Associamos a educação sexual apenas a infeções sexualmente transmissíveis, contraceção ou ao funcionamento do corpo. Mas é muito mais do que isso. Segundo a UNESCO, deve ser abrangente e incluir os aspetos biológicos, emocionais, cognitivos e sociais da sexualidade. Porque falar de sexualidade não é só falar de sexo: é falar de corpo, de autonomia, de consentimento, de relações e de liberdade. Matilde Fieschi A Beleza das Pequenas Coisas Leia também Em Portugal, o caminho da educação sexual nas escolas tem sido tudo menos linear. Entre avanços, resistências e diferentes formas de aplicação, continua a levantar uma questão
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EUA e Irão mantêm ameaças a horas do fim do cessar-fogo
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Bombas nucleares não mataram estas árvores: ainda vivem em Hiroshima e Nagasaki
Algumas plantas hibakujumoku estavam já preparadas para o pior, sugere novo estudo. Os dois bombardeamentos nucleares dos EUA sobre o Japão causaram, segundo as estimativas, mais de duzentas mil mortes humanas. No entanto, árvores e outras plantas sobreviveram ao massacre inédito de Hiroshima e Nagasaki. Um estudo recente, décadas depois destes dois acontecimentos históricos, procura explicar como é que isso aconteceu com parte da flora japonesa. No centro de Hiroshima existem, ainda hoje, as chamadas hibakujumoku, termo japonês que designa as “árvores bombardeadas pela bomba atómica”. O nome resulta de hibaku, “atingido pela bomba”, e jumoku, “árvores” ou “arbustos”. Estas
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